Diagnóstico e Tratamento 

SUICÍDIO

Todos os dias, cerca de 30 brasileiros se suicidam, taxa superior a das vítimas de aids e de diversos tipos de câncer. E para cada morte desse gênero, em média, 5 ou 6 pessoas próximas ao falecido sofrem consequências emocionais, sociais e econômicas.

Na cartilha de prevenção ao suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina, eles revelam que de cada 100 brasileiros 17 já pensaram, ao menos uma vez, em tirar a própria vida. Vale lembrar que fazem parte do que habitualmente chamamos de comportamento suicida os pensamentos, os planos e as tentativa de tirar a própria vida.

É importante destacar, antes de tudo, que suicídio não deve ser visto como uma decisão individual, de expressão do livre arbítrio. Tampouco é um ato de “coragem” perante um sofrimento extremo. Isso porque as pessoas que concretizam esse ato estão passando quase que invariavelmente por uma doença mental que altera, de forma radical, a sua percepção da realidade.

Quem toma esse tipo de atitude sempre está muito cheio de sofrimento e acaba ficando cego por conta disso. Não enxergam nenhuma solução possível no momento. Então, o tratamento da doença mental é um dos pilares mais importantes de prevenção. Cerca de 90% dos casos poderiam ter sido evitados se a vítima tivesse recebido ajuda de qualquer pessoa, além de profissionais, pois após o tratamento o desejo de se matar diminui.

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© 2016 by Dra Juliana Leite